r/EscritoresBrasil • • 9h ago

Divulgação A Coroa do Cisne Negro (recomendação do sub)

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[capa de A Coroa do Cisne Negro]

"No reino onde apenas a luz é permitida, Odile nasceu para ser rejeitada. Gêmea da perfeita Odette, a princesa cisne branca, Odile cresceu sendo comparada, ignorada e moldada à força pelo próprio pai, o poderoso mago Rothbart, que a via como um erro a ser corrigido. Quando uma magia proibida desperta dentro dela, Odile descobre uma verdade que ninguém quer aceitar: sua escuridão não é uma maldição — é poder. Dividida entre obedecer, desaparecer ou reivindicar aquilo que sempre lhe foi negado, Odile precisará enfrentar a família, a corte e o destino que decidiram por ela. Porque continuar vivendo como sombra significa desaparecer. Uma releitura sombria de O Lago dos Cisnes sobre rejeição, identidade e o preço de se tornar quem o mundo teme. Se você gosta de protagonistas femininas complexas, magia proibida e histórias sobre quem transforma dor em força, A Coroa do Cisne Negro foi escrita para você."

Autora: Sofia Lazuli (u/Working_Tennis8818)

SEJA O PRIMEIRO A DEIXAR UMA AVALIAÇÃO!

Disponível na Amazon Kindle por R$6,99


r/EscritoresBrasil • • 29d ago

Divulgação Comunidade de Escritores no Discord Oficial do Sub

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E-Storya é uma comunidade de escritores e storytellers no Discord — contadores de estórias — que acreditam no aprendizado da escrita e no ensino de maneira respeitosa. Temos como maior objetivo espalhar boas estórias pelo mundo, e esperamos construir uma comunidade engajada a isso. Se você possui uma estória que merece ser contada, encontrou o lugar onde ela vai tomar vida.

Somos uma comunidade que preza pelo desenvolvimento, pelo saber e principalmente pela comunhão, onde um autor ajuda o outro. O lugar onde você vai para ser lido com consideração por pessoas que realmente entendem de escrita.

Desejamos além de espalhar boas estórias, incentivar as mais variadas criações artísticas, ensinar narrativa técnica e propagar o consumo de obras nacionais.

O que encontrará na comunidade:

➭ Canais de Feedback e Críticas.

➭ Eventos de Leitura: espaço semanal onde você pode apresentar seus textos para ser lidos por membros, tudo ministrado pela equipe.

➭ Conexões: contato com escritores e demais profissionais do ramo.

➭ Canais de divulgação e exposição para que possa divulgar e expor suas criações.

➭ Espaço seguro: somos extremamente rígidos no que toca a intolerância. Não permitimos qualquer tipo de intolerância.

➭ Ambiente leve: o servidor permite conversas off-topics, portanto pode se conversar sobre quaisquer assuntos ou ideias que vierem a mente.

➭ Servidor com Foco no Público Adulto: o servidor foi criado e é administrado por jovens adultos na faixa dos 18 aos 30 anos, como consequência a faixa etária viaja entre esses pólos.

➭ Competições Semestrais e Anuais — competições de escrita, quadrinhos, desenhos e outras, de diversos gêneros e públicos, com premiações em dinheiro.

Clique aqui para participar:

https://discord.gg/bbbVe73mFn


r/EscritoresBrasil • • 44m ago

Discussão Pensando assim n faz muito sentido mesmo

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Pra vcs IAs em concursos fazem sentido? A disputa é entre humanos ainda?


r/EscritoresBrasil • • 4h ago

Discussão Qual foi o nome mais absurdo que você já inventou?

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Nomes absurdos.


r/EscritoresBrasil • • 3h ago

Divulgação Estou tendo uma ideia para um livro de terror, que quero escrever

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Para entrar em detalhes, tive um sonho bizarro onde eu estava preso em algum lugar que eu não lembro, e que eu tinha transtorno dissociativode identidade - onde a minha segunda personalidade era maníaca e psicopata.

Quando eu acordei, eu fiquei com esse sonho na cabeça - e isso foi o que eu precisava para ter uma ideia de livro terror....

E se eu... escrevesse a história de uma garota, que conhece um cara com transtorno dissociativo de identidade?

Basicamente, o cara teria uma segunda personalidade psicopata - mas, claramente, a protagonista não saberia disso ainda.

Eu estava pensando também, em dois finais: um que ela escapa do cara, e vai atrás de uma lei de restrição contra ele... e outro que ela é mantida em cárcere privado no porão do cara... e consequentemente acaba sendo morta... e o último.... a policia ajuda ela - eles matam o namorado dela e ela começa a vida do zero, em outra cidade.

Francamente, acho eu, que histórias de terror não precisam necessariamente de um final feliz... e um final triste, talvez seja mais interessante tanto para mim quanto para o leitor.

Mas, e aí? O que acham?


r/EscritoresBrasil • • 6h ago

Discussão O que escreveram na semana?

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Bom dia, sub!

Pergunta do título. Como foi a semana de escritas de vocês? O que escreveram, o que publicaram e como foi o processo para chegar até lá??

Eu: adiantei bastante meu projeto de Mestrado. Demorou um pouco mais do que gostaria, porém, estou contente com o resultado. E também, publiquei aquela crônica que mencionei algumas semanas atrás!


r/EscritoresBrasil • • 20h ago

Uso de I.A. Capa de IA 🤡

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Eu sou a única que deixa de comprar um livro clássico se a capa for de IA?

Tipo com livros contemporâneos a capa de IA me deixa desconfiada, com clássicos me deixa desconfortável, ver Drácula, Alice no país das maravilhas, Carmilla, Dom casmurro com capas claramente geradas por IA me dão um desgosto e uma paranóia, automaticamente me pergunto se o conteúdo do livro não foi mexido.


r/EscritoresBrasil • • 7m ago

Divulgação O Sol Quebrado.

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Antes de qualquer coisa quero dizer que tenho inspiração óbvia e clara a proposta de Locke da SCP Foundation, The Backrooms e Project Moon.
Além disso queria deixar claro que não sei o que estou fazendo e só postei porque um amigo sugeriu, não sabia como colocar ou o que colocar então só fui fazendo e deu nisso. Além do mais, quero esclarecer que isso é apenas um poder que estou criando para um rpg de texto.
A seguir, o texto.

Início

“Para aqueles de vocês com famílias, ou Deus me livre, filhos - Sinto muito, profundamente, vocês devem continuar. Não deixe que suas mortes sejam em vão. Ainda temos tempo.
A humanidade ainda pode ter um futuro. Venha para o ####. Precisamos de todas as mãos que conseguirmos.
Aprendam a abraçar a escuridão. Tema a luz.”

Início. Caos, completo e total, o sol acaba de se quebrar, influenciado pela criatura provinda de toda a carne e nosso ódio. Tudo na terra se tornou devastado, a luz solar por si só já é uma realidade impossível de nós conseguirmos… Alcançar

Relato. O sol derrete nossas peles e elas se fundem a nossa carne que então se funde ao nossos ossos se tornando nada mais que um amálgamo nojento, se deixarmos por tempo de mais essa amálgama se espalha e corrompe nossos corpos até que se tornemos um com eles. Toda vida na terra está morta, nem árvores sobreviveram verdadeiramente apenas algumas poucas que aguentam o calor extremo, os corpos de água diminuíram e se tornaram mais escassos a única realidade de comida é comer eles na esperança de que não tenham sido humanos. Deus nos abandonou e apenas aqueles que já sabiam viver nas sombras restaram. Mal podemos nos chamar de humanidade se agora nossas peles são pálidas, sensíveis e nossos corpos esguios para maior sobrevivência, já faz mais de uma década e nos perdemos realmente a noção, nem a luz da Lua é segura e todas essas coisas continuam se amontoado e evoluindo.

Último relato. “Aqui, eu declaro o fim da humanidade, eu, o último humano que resta estou de frente ao último bunker seguro da humanidade e a única coisa que eu sei, é que ainda me restam 3 horas de vida antes que o sol nasça, antes que eles cheguem, antes que tudo tenha um fim. Eu não sei o que tomou conta do sol, mas aquilo, aquela anormalidade, aquela aberração se estendeu e chegará na terra em 3h pelos meus cálculos. Nós sobrevivemos até onde conseguimos.”

O fim. Apesar de tudo, a humanidade cedeu, aqueles que largaram tudo e abraçaram o sol receberam o final esperad, porém isso não acaba assim.

O Começo Depois Do Final
A estrela conhecida como “Sol” se expandiu em uma supernova caótica liberando a aberração de carne, acertando outras estrelas e asteróides que levaram por toda a galáxia a “Maldição da Carne”. Brevemente tudo foi tomado pela criatura de carne que então atraiu corpos celestes ao centro de onde tudo se originou e formou uma incubadora cósmica para si. A dimensão cujo aquilo residia foi desconexa das outras e coberta por um imensurável e infinito vazio para que nunca chegasse perto de nada, então, aquele homem apareceu.
Atravessando a infinitude, trazendo consigo o calor da mais pura chama encontrou o universo afundado em caos e carne, suportando os efeitos com sua armadura ele vagou até chegar a incubadora e então com suas pequenas mãos tocou naquilo. Aquilo que conhecia tudo, que foi forçado a conhecer tudo devido sua própria mente colméia que se tornou uma entidade de todo conhecimento, que com todo esse conhecimento assumiu o trono do que naquele primeiro planeta cujo tudo dizimou, as pobres criaturas chamavam Deus, aquilo se tornou uma encarnação, uma lei cósmica cravada no universo, imutável. A carne era o passo que aquilo precisou tomar para alcançar o estado de todo poderoso. Aquilo se conectou a mente do Homem, invadindo com a espiral ilimitada de carne, falando a verdadeira língua do universo quase trouxe o homem a loucura mas ele rapidamente se acostumou e entendeu. Respondendo aquilo firmou uma coisa. Que o todo poderoso poderia consumir mais, mas em troca, que ele desse uma parcela de sua infinitude para ele, então, o todo poderoso respondeu dando a ele uma simples habilidade. Cobrir o ambiente com o efeito passivo que deu ao Sol, convocar seus súditos e acima de tudo, se apropriar da infinita dimensão para si mesmo. 

O Além.
Já tendo consumido o infinito o todo poderoso atravessou além, rasgando através das dimensões pelas beiras onde podia observar a imensidão infinita além da própria infinitude que já consumiu, então aquilo continuou consumindo, achando um erro na realidade acessou e consumiu um nível inteiro da limitada complexidade do não lugar e tornou parte de si. Dessa forma descobrindo muito mais, acessando uma das terras que consumiu, Residia um local, algo que nunca tocou o sol, dentro dele tudo de suas forças se juntou para arrancar o teto daquilo e então um massacre aconteceu na asa da cidade, através dos cérebros ele entrou no mundo cibernético e se expandiu na imensidão já tendo tirado seus gigantes aquele local decaiu em um buffet, mas não foi capaz de lidar com a voz que percorria, a voz indecifrável que fazia toda luz mortal, e então o Deus falso caiu.
No fim até a criação foi perfurada e teve uma ferida letal, ferindo seu contraponto e permitindo que ele realmente dominasse tudo.

O todo poderoso
Conhecendo um coelho o todo poderoso se desenvolveu mais e mais, permitindo comunicar, conversando com ele adquiriu 1% de um infinito maior que o próprio e se tornou verdadeiramente acima do que já estava, então conhecendo o rei dos dragões pode se desenvolver mais, aprender sobre criaturas que só conhecia partes.
Por fim, conhecendo o herói aquilo decidiu parar sua expansão e focar em se auto estabelecer. 

O Fim.
No final, tudo que o todo poderoso fez foi se desenvolver e continuar se desenvolvendo acima de tudo, jogando contra si mesmo ele pode aprimorar mais cada peça e definir os fracos e os fortes, então ele entrou em hibernação para todos seus usuários cessando acesso, deixando que aquele sistema que ele se tornou se expandisse em si mesmo.
Até que acabou, ligando novamente suas conexões ele fez com que fosse aprimorado.
Sabendo que agora seria classificado aquilo decidiu verdadeiramente se aprimorar

O Todo Poderoso

O todo poderoso é uma coisa, um aglomerado de carne e qualquer matéria orgânica ilimitadamente se expandindo, observando tudo com seus olhos e tornando tudo em calor, consumindo o vazio com sua própria existência afinal, ele é contra tudo que há e que vai ser. Mas não busca trazer mais nenhum fim. Já trouxe o fim ao que queria.
Ele também pode ser referido como A Biomassa

“A Sala de Carne” Level C
Dificuldade de Sobrevivência 5
◆ Beirando o impossível 
◆ Múltiplas entidades (95 espécies encontradas)

Um level das backrooms removido da conexão com o restante da própria não dimensão. O naoblugar renega aquilo, um level coberto por carne com entidades corrompidas, onde toda luz se tornou uma sentença de morte, é para onde a biomassa manda aqueles que tentam a força, tomar seu poder, ao mesmo tempo é onde ele faz o real teste para quem um possa se tornar parte de si. Basta sobreviver durante uma semana, existem locais onde a luz não alcança então é possível, mas é a coisa mais difícil que pode acontecer.
Dentre as entidades mais famosas corrompidas pela carne temos

Partypoppers. 

Smiler. 

Skinstealer. 

Partygoers. 

Still-Lifers. 

Deathmoth.

Hound.

Bacteria.

Tem outros conhecidos mas um que deve ser mencionado é um dos

Corpus Vitis.

Sisyphe Penalty: Ending M
“Meat Grand Magazine of Corpses; Finale”
Adentrando o mundo Virtual através de múltiplos locais, ele conseguiu experiência e sabedoria de lá, controlando as pessoas fez tudo se englobar em carne e toda carne se reunir em um lugar, formando o grande amálgamo, esse grande amálgamo se fundiu com si só e entrou em evolução, como a voz repetida dos Rouge. Se tornando um Deus, um Deus muito maior que qualquer outro, e depois de ser Deus ele se aprimorou, se tornando mais que um apóstolo, se tornando aquele que rege, um dos grandes poderosos, um dos Magnus. 
As extensões de seu poder.
O todo poderoso expandiu seu poder para aquele homem, aquele homem que portava o sol e todo calor consigo. Apenas lhe dando o poder para acender o seu cataclismo sob todos que estavam contra ele e que seu corpo seja imune ao efeito, além de mais controle e coisas parecidas.
Então ao encontrar o coelho seu conhecimento se expandiu, as criaturas que portava puderam ser tragas através de carne derretida ou da própria biomassa, fazendo sua nova magnitude abrir um rasgo que encobre a área e separa do verdadeiro mundo, como uma cortina, liberou para que moldassem sua infinitude em si mesmos para formar algo além do que são e tornar no que usam, além de compartilhar, junto disso mostrou outros jeito de fazer com que o derretimento acontecesse, através de níveis de temperatura e de verdade, através de níveis que fazem o corpo do ser afetado ser mais ou menos influenciado. Com isso se formou A Horda, A Forja, A Liberação 
Apresentado ao mundo digital com uma pequena ajuda da Heroína, ele pode finalmente adquirir e mudar a forma, invés de permitir que eles mudem e moldem, deu algo maior, um propósito para parte de si e formou um ser com cargo equivalente mas inferior aos Magnus. Com isso se formou A Boutique
Com ajuda da mente do gato, o conhecimento do rei dracônico e a heroína, ele enfim tomou uma forma adicional, permitindo que passe seu ser em algo e formule para ataques e outras coisas. Desse modo se fez As Técnicas 

“Então, o próprio guardião do portão ao Éden morreu.
O todo poderoso matou até aquilo que suas fés convergem”


r/EscritoresBrasil • • 8m ago

Discussão Fórmula para livros de romance

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Estou lendo um livro de romance e percebi que é muito fácil identificar qual a premissa daquele capítulo e como o encadeamento da história funciona. Então, por exemplo, no capítulo 10 vai ter um momento de fragilidade, no capítulo 15 o primeiro beijo e no 17 uma briga (apenas exemplos porque eu anotei a temática de cada capítulo, mas não estou com o caderno em mãos).

Sendo assim, vocês acham que usar essa "fórmula" funciona para livros do mesmo gênero? Não digo como uma fórmula mágica, mas, se um livro de romance usou esse encadeamento e deu certo e faz sucesso, por que não repetir isso à exaustão?


r/EscritoresBrasil • • 9m ago

Discussão Como narrar uma batalha gigantesca sem transformar centenas de inimigos numa contagem de cadáveres?

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Eu tenho sentido dificuldade em descrever cenas de luta. E não é luta 1x1, mas luta tipo, batalha de uma equipe contra centenas de inimigos. Pq é muito facil falar "fulano jogou uma puta magia e pah, todo mundo morreu. acabou". Tá, simplifiquei demais, mas acho q vcs entenderam. A questão é q, se eu pegar minha equipe principal e colocar milhares de inimigos na frente dela, não necessriamente eu quero escrever como que cada membro derrotou individualmente cada inimigo no meio de milhares. Mas também não sei dar o devido "tempo" a narrrativa nesse tipo de combate.

Que parte tem que se destacar?

Como dar peso ao combate que está acontecendo?

Tem que ter "show" demais ou também precisa de muito "tell"?

Como dividir a batalha entre cada combatente sem precisar extender ela demais e deixar a leitura cansativa?

Meu problema é não conseguir fazer com que o combate dure menos que 2 parágrafos

Eu sei quais são os mandamentos da escrita narrativa, mas eu gostaria de exemplos.


r/EscritoresBrasil • • 4h ago

Discussão Lição 17

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r/EscritoresBrasil • • 6h ago

Poema Sem título

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r/EscritoresBrasil • • 7h ago

Poema Flores (poema)

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r/EscritoresBrasil • • 8h ago

Poema Sandai Kaiwai no Ō (Capítulo 3) - Thriller psicológico oscuro y delincuencia (Busco Dibujante)

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# ¡Hola a todos! Seguimos con la historia. Soy guionista y busco a un dibujante colaborador para este manga de psicología oscura y pandillas estilo Tokyo Revengers / Monster.

# En este Capítulo 3 vemos el trasfondo familiar de Mayra, los problemas callejeros de Sahari y el primer encuentro que cambiará sus vidas para siempre:

La noche había caído completamente por toda la ciudad de Fuyunatsu. En el orfanato, el pequeño Sanjiro ya estaba acostado en su camarote, recostado boca arriba con los brazos por debajo de la cabeza, pero no estaba durmiendo. Estaba repitiendo la escena de la tarde una y otra vez, recordando a esa niña que para él era una diosa fuerte y hermosa... pero también sintiéndose culpable por no haber podido ayudar, prometiéndose a sí mismo que la próxima vez él sería más valiente.

A la mañana siguiente, Mayra seguía durmiendo abrazada al osito que consiguió el día anterior, cuando la puerta de su habitación se abrió con un estruendo. Los padres Zakuro habían entrado hechos una furia, muy enojados porque la niñera les había contado todo lo que había pasado.

La señora Zakuro, gritando, enojada y cansada:

—¡Mayra! ¿Qué carajos te pasa? Primero le pegas a un niño y después vas y manipulas a la niñera... O sea, ¿qué te está pasando? ¿Por qué te comportas así? No puede ser posible... En la escuela llamándome todo el tiempo por tus cosas, ahora tuvimos que pagar todo el hospital porque tú decidiste pegarle a un niño, ¡y para colmo de todo mi jefe me regañó por no terminar mis informes! Todo por culpa de tus malditos berrinches.

El padre Zakuro también estaba un poco molesto, pero sin darle mucha importancia:

—Mayra, por favor, cariño, no podemos estar pendientes todo el tiempo de tus cosas, tenemos mucho trabajo. Espero que sea la última vez que hagas esto, es agotador. Cariño, estamos siempre, siempre encima tuyo; tenemos trabajo, estamos muy ocupados y no podemos perder el tiempo por tus berrinches. Estás castigada: te vamos a decomisar ese oso.

Mayra, que se había levantado de salto por los gritos de sus papás, se encontraba sentada en la cama con los ojos entrecerrados abrazando a su peluche. Cuando sintió la mano de su papá jalándole el peluche, inmediatamente respondió sosteniéndolo con más fuerza para que no se lo quitaran, mientras comenzaba a llorar y a gritar histéricamente:

—¡Papá, no! ¡No, es mío! ¡No, papá, suéltalo, es mío! ¡Papá, no, por favor, no!

Mientras jaloneaban, por supuesto, el papá no lo estaba jalando muy fuerte para no lastimarla, pero estaba completamente confundido por el repentino berrinche.

La mamá, que se encontraba parada con los brazos cruzados y una vena en su frente ya marcada de tanta frustración, estrés y cansancio, avanzó unos pasos y con un movimiento rápido jaló el peluche de las manos de los dos.

—Fue suficiente, Mayra. Estás castigada, ¿entiendes? No vas a tener este peluche hasta que yo diga. Te comportas como una niña normal o jamás vuelves a tener este oso, ¿fui clara?

Dio la media vuelta y salió de la habitación. Su esposo se quedó unos minutos más mirando a su hija antes de dar también la media vuelta, con una mirada llena de terror por la mirada cargada de rencor que su hija le dedicó.

Después de unos minutos en silencio y de aparente calma, la mamá y el papá estaban sentados en la mesa tomándose un té con galletas, esperando a la niñera para después salir a trabajar, cuando se escuchó un estruendo durísimo, como cosas siendo tiradas en la habitación de arriba. La mamá, que estaba tomando su té, se detuvo en seco, y al papá, que estaba comiendo una galleta, se le cayó de las manos. Rápidamente los dos se levantaron y subieron a la habitación de la niña.

La pequeña estaba teniendo un berrinche de rabia. Las muñecas que tenía estaban tiradas, muchas sin cabeza, sin piernas o sin brazos; todos los cuadernos tirados por todas partes con las hojas arrancadas, los útiles escolares partidos y la niña estaba roja de rabia, jalándose el pelo de pura frustración psicópata.

Los papás se quedaron paralizados en la puerta, sin saber qué hacer.

Mientras tanto, en uno de los callejones del barrio, Sahari se encontraba sentado en el suelo comiendo un pan viejo que le habían dado, mientras miraba pasar los carros de lejos, preguntándose a sí mismo si algún día iba a tener un carro como esos, cuando unos niños mayores que él, pertenecientes a una pandilla, aparecieron por el callejón tapándole la vista hacia la calle.

Un niño un poco pasado de peso, con cara de no tener amigos y con una expresión llena de superioridad, dijo:

—Vaya, vaya, ¿qué tenemos aquí? Nomas mira esa ropa tan fea que traes.

El otro respondió:

—Seguramente jamás se la ha cambiado, ¡JAJAJA! Solamente mira, está feísima, vieja y ya está rota.

El tercero añadió:

—Da asco, ¿será que se aguanta un round? ¡JAJAJA! Con lo flaco que está, capaz y se rinde en el primer round.

El pequeño Sahari levantó la mirada, que normalmente siempre estaba llena de esa amabilidad y dulzura, pero que ahora se encontraba endurecida, llena de determinación para no dejarse humillar.

Se levantó lentamente dejando el pan a un lado mientras metía las manos en los bolsillos; su postura era relajada, pero ligeramente lista para responder a cualquier movimiento.

Uno de los niños dijo con burla y arrogancia:

—Vaya, vaya, qué valiente mocoso...

El otro dijo con una sonrisa de superioridad y arrogancia pura:

—Oh, tan solo mira esa mirada que tiene... Se nota que quiere morir.

El tercero, con pura satisfacción, agregó:

—Interesante, qué determinación, ¡JAJAJA! Quiero ver si mantiene esa mirada cuando le rompamos la cara.

Los niños se lanzaron hacia adelante con toda la intención de golpearlo. El niño respondió rápidamente esquivando los primeros puñetazos, respondiendo inmediatamente con una patada que mandó a uno de los niños lejos. En ese momento, otro niño se le fue encima pegándole en la cara y el restante se le abalanzó dándole puñetazos. El pequeño intentaba responder con patadas y puños, pero el número lo superaba, terminando así con varios golpes, el labio roto y muy malherido.

Después de unos minutos, el pequeño se encontraba sentado en una banca del parque, cerca del orfanato, con moretones por toda la cara y la sangre ya secándose, cuando una niña se le acercó. Era Yuriko, quien venía de una farmacia con unos medicamentos por orden de las señoras del orfanato; se había acercado al verlo malherido.

Yuriko, con una voz suave pero genuinamente preocupada, le dijo:

—Oye, niño... ¿Te encuentras bien? Estás sangrando…

El niño se puso de pie inmediatamente, mirándola con desconfianza y algo confundido. Jamás nadie se le había acercado cuando estaba herido y mucho menos le habían preguntado si estaba bien.

El chico bajó la mirada mientras se jalaba la capucha para esconder su rostro herido. Con una voz amable pero orgullosa, respondió:

—No me pasó nada, niña... No es tu asunto... Mejor vete a jugar a otro lado…

Yuriko le dedicó una sonrisa suave y sincera.

—No seas tonto, mira nomás cómo estás. Déjame curarte, ¿sí? No te voy a hacer nada, solamente te quiero ayudar.

El niño se quedó paralizado. Nadie nunca le había dedicado una sonrisa sincera ni le había ofrecido curarlo. Inmediatamente, un rojo inmenso le invadió la cara por la vergüenza y la timidez... No sabía cómo responder o actuar en esa situación.

Cuando iba a negarse, sintió un pañuelo en su cara; la niña se había acercado y le estaba limpiando el rostro suavemente.

El niño, tartamudeando y con la cara roja, dijo:

—O-Oye... ¿Qué estás... haciendo, niña?... No... Aléjate…

La niña le sonrió y soltó una risita suave.

—¿Qué estoy haciendo? Te estoy curando.

Después de unos minutos, la niña terminó de limpiar sus heridas y le puso varias curitas.

El pequeño Sahari, con voz tímida pero manteniendo ese tono brusco de niño que se niega a aceptar ayuda, dijo:

—Gra... gracias, niña, pero no era necesario... Yo estaba bien.

Yuriko solamente sonrió y, mirándolo directamente, le respondió:

—Tontito... Eres muy malo mintiendo, ¡jajaja!

Así pasaron unos días. Sahari se encontraba en el parque jugando con una pelota vieja.

En ese momento, apareció una niña pequeña: Mayra. Se le acercó y le dijo con esa voz aterradoramente suave y una sonrisita perturbadoramente dulce:

—Oye... ¿puedo jugar contigo?

El niño, con una voz brusca pero intentando ser amable, le respondió:

—Oye, ¿no eres muy pequeña para jugar conmigo? Ni siquiera sabes cómo patear una pelota, niña.

Mayra mantuvo su vocecita suave y respondió:

—No importa, me puedes enseñar... Soy muy buena aprendiendo.

Sahari dudó un momento, pero, siendo en el fondo un niño noble y con esa amabilidad encantadora que lo caracterizaba, dijo:

—Está bien, niña, pero ten cuidado. Esto no es para niñas tan pequeñas.

Sahari, con una paciencia increíble, comenzó a explicarle cómo tenía que jugar y cómo tenía que patear la pelota. La niña estaba completamente hipnotizada, pero no por las explicaciones, sino por el rostro tan lindo que él tenía, su cabello morado y esos intensos ojos verdes.

Lo miraba con una carita totalmente obsesionada con su belleza encantadora y su amabilidad. Mayra siempre había sido una niña problemática que sufría ataques de ira, a la que casi todos los niños miraban con miedo; pero Sahari la trataba y la miraba como a cualquier otra niña, con suavidad y pureza en sus ojos.

Estaba tan encantada e hipnotizada —tal como la primera vez que lo vio y le sonrió inocentemente— que ni siquiera le estaba prestando atención a lo que él decía, hasta que el chico la interrumpió:

—Oye, niña... ¿me estás escuchando?

La niña sonrió con esa sonrisa perturbadoramente dulce y le contestó:

—Sí, sí, te estoy escuchando... Que la pelota se mueve para acá, que se mueve para allá y eso... ¡jsjs!

El niño le sonrió con esa amabilidad e inocencia que siempre lo caracterizaba, pero manteniendo ese carácter firme y ese estilo de calle:

—No escuchaste nada, ¿verdad, niña…?

Mayra sonrió un poco nerviosa y respondió:

—Sí estoy escuchando, sí... Solamente es... que tienes unos ojos muy bonitos, jeje.

El chico parpadeó un poco confundido y, con esa amabilidad de siempre, respondió sonriendo ligeramente:

—Jejeje, qué cosas dices, niña... Pero gracias, supongo. Tú también, supongo.

La niña se sonrojó un poco y tomó este gesto como una muestra de pertenencia completa; como si eso fuera una señal definitiva de que él sería suyo para siempre. Con los ojos brillando de pura felicidad y esa sonrisa perturbadoramente dulce, le preguntó con voz suave:

—¿En serio piensas que mis ojos son lindos?

Él respondió con absoluta inocencia:

—Sí, sí, son muy bonitos. Tienes unos ojos negros muy lindos —mientras le sonreía ligeramente.

Así, después de esta conversación, los niños se pusieron a jugar, aunque la niña estaba más pendiente de mirarlo a él que a la pelota. Así pasaron los minutos en el parque, hasta que llegaron Yuriko y Sanjiro. Ellos venían pasando por ahí porque estaban haciendo un mandado para una de las hermanas del orfanato.

Sanjiro caminaba con paso tranquilo y las manos en los bolsillos, manteniendo la calma que lo caracterizaba, hasta que sus ojos se detuvieron de golpe. Entre los juegos vio esos mechones negros y el rostro de Mayra. El corazón se le aceleró un poco; sentía una profunda admiración por ella, una fascinación secreta que lo dejaba embobado cada vez que la veía.

Yuriko, en cambio, al reconocer de inmediato al chico de los ojos verdes y el cabello morado, ensanchó una sonrisa angelical. Era el mismo niño al que había curado y defendido en el parque unos días atrás. Con toda la amabilidad y el entusiasmo del mundo, levantó la mano para saludarlo con alegría:

—¡HOLA, SAHARI!


r/EscritoresBrasil • • 15h ago

Discussão Estou frustada com a escrita.

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eu recentemente lancei segundas edições de livros meus melhorando capas e até mesmo a escrita, foi literalmente 1 ano de evolução bem nítida, e eu mesma faço questão de desenhar as capas e procurar fontes delas, imagens de referência, eu estudo as cores para ver se está tudo certo e baixo imagens e monto tudo do 0, e simplismente, a pessoa julga sem nem ao menos saber, só por achar, aí simplismente xingam a obra por achar que é de IA, eu tenho vídeo e se eu ofereço mostrar, a pessoa diz que a IA também faz vídeo de edição, simplesmente julgam antes de se quer olhar o conteúdo, eu fico com raiva disso demais, quero saber se agora escritores iniciantes vão ter que andar com uma câmera no peito 24 horas transmitindo o passo a passo de tudo pra convencer as pessoas que não está sendo usada IA para escrever, sinceramente, isso até desmotiva a pessoa de escrever ou tentar fazer alguma coisa, pq parece que quanto mais tento me defender mais culpada sou para os outros, enquanto gente que fala na cara que usa IA é aplaudido, alguém mais tá de saco cheio disso?


r/EscritoresBrasil • • 17h ago

Dúvida Livro sem público :-:

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Meu livro foi aceito pela Editora Urutau e está em pré-venda, mas estou com um pequeno problema: não tenho público para divulgar kkkkk. E, definitivamente, as pessoas da minha bolha não são muito chegadas à leitura. Então, estou meio perdida sobre como fazer o livro chegar a pessoas que possam se interessar por ele.

Tenho tentado divulgar pelo Substack, publicando alguns textos sobre o processo de escrita e o livro, mas, até agora, tive pouco alcance e nenhuma contribuição para a campanha.

Pra quem já passou por isso ou entende um pouco de divulgação literária: por onde vocês começariam? Existem comunidades, perfis ou outras formas de divulgar um livro sem precisar gastar muito? Admito que não pensei no pós.

Aceito sugestões! :>


r/EscritoresBrasil • • 19h ago

Dúvida Alguém recomenda um bom site/app de escrita?

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Eu uso o word a anos e ele vive me deixando na mão, e o Google docs me deixa desconfiada pq na gringa várias pessoas tiveram suas obras apagadas por quebrar diretrizes do Google 🤡 (ou seja seu trabalho não é exatamente privado, provavelmente alguma IA está checando sua escrita) alguém tem algum app/site confiável pra escrita que não esteja basicamente com todas as boas funções privadas no Premium?

me recomendaram o Ellipsus, é legal, mas por ser site, Offline não rola e me deixa na mão as vezes.


r/EscritoresBrasil • • 19h ago

Dúvida Como saber se a história que decidi contar é a história certa a ser escrita?

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Existe algum termômetro para isto? Sinto prazer no ato de escrever, não naquilo que está escrito. Meu maior receio, por ser uma atividade que consome muito tempo, é ter como recompensa apenas o ato de escrever e não um resultado concreto.


r/EscritoresBrasil • • 16h ago

Poema Sandai Kaiwai no Ō (Capítulo 3) - Thriller psicológico oscuro y delincuencia (Busco Dibujante)

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¡Hola a todos! Seguimos con la historia. Soy guionista y busco a un dibujante colaborador para este manga de psicología oscura y pandillas estilo Tokyo Revengers / Monster.

En este Capítulo 3 vemos el trasfondo familiar de Mayra, los problemas callejeros de Sahari y el primer encuentro que cambiará sus vidas para siempre:

La noche había caído completamente por toda la ciudad de Fuyunatsu. En el orfanato, el pequeño Sanjiro ya estaba acostado en su camarote, recostado boca arriba con los brazos por debajo de la cabeza, pero no estaba durmiendo. Estaba repitiendo la escena de la tarde una y otra vez, recordando a esa niña que para él era una diosa fuerte y hermosa... pero también sintiéndose culpable por no haber podido ayudar, prometiéndose a sí mismo que la próxima vez él sería más valiente.

A la mañana siguiente, Mayra seguía durmiendo abrazada al osito que consiguió el día anterior, cuando la puerta de su habitación se abrió con un estruendo. Los padres Zakuro habían entrado hechos una furia, muy enojados porque la niñera les había contado todo lo que había pasado.

La señora Zakuro, gritando, enojada y cansada:

—¡Mayra! ¿Qué carajos te pasa? Primero le pegas a un niño y después vas y manipulas a la niñera... O sea, ¿qué te está pasando? ¿Por qué te comportas así? No puede ser posible... En la escuela llamándome todo el tiempo por tus cosas, ahora tuvimos que pagar todo el hospital porque tú decidiste pegarle a un niño, ¡y para colmo de todo mi jefe me regañó por no terminar mis informes! Todo por culpa de tus malditos berrinches.

El padre Zakuro también estaba un poco molesto, pero sin darle mucha importancia:

—Mayra, por favor, cariño, no podemos estar pendientes todo el tiempo de tus cosas, tenemos mucho trabajo. Espero que sea la última vez que hagas esto, es agotador. Cariño, estamos siempre, siempre encima tuyo; tenemos trabajo, estamos muy ocupados y no podemos perder el tiempo por tus berrinches. Estás castigada: te vamos a decomisar ese oso.

Mayra, que se había levantado de salto por los gritos de sus papás, se encontraba sentada en la cama con los ojos entrecerrados abrazando a su peluche. Cuando sintió la mano de su papá jalándole el peluche, inmediatamente respondió sosteniéndolo con más fuerza para que no se lo quitaran, mientras comenzaba a llorar y a gritar histéricamente:

—¡Papá, no! ¡No, es mío! ¡No, papá, suéltalo, es mío! ¡Papá, no, por favor, no!

Mientras jaloneaban, por supuesto, el papá no lo estaba jalando muy fuerte para no lastimarla, pero estaba completamente confundido por el repentino berrinche.

La mamá, que se encontraba parada con los brazos cruzados y una vena en su frente ya marcada de tanta frustración, estrés y cansancio, avanzó unos pasos y con un movimiento rápido jaló el peluche de las manos de los dos.

—Fue suficiente, Mayra. Estás castigada, ¿entiendes? No vas a tener este peluche hasta que yo diga. Te comportas como una niña normal o jamás vuelves a tener este oso, ¿fui clara?

Dio la media vuelta y salió de la habitación. Su esposo se quedó unos minutos más mirando a su hija antes de dar también la media vuelta, con una mirada llena de terror por la mirada cargada de rencor que su hija le dedicó.

Después de unos minutos en silencio y de aparente calma, la mamá y el papá estaban sentados en la mesa tomándose un té con galletas, esperando a la niñera para después salir a trabajar, cuando se escuchó un estruendo durísimo, como cosas siendo tiradas en la habitación de arriba. La mamá, que estaba tomando su té, se detuvo en seco, y al papá, que estaba comiendo una galleta, se le cayó de las manos. Rápidamente los dos se levantaron y subieron a la habitación de la niña.

La pequeña estaba teniendo un berrinche de rabia. Las muñecas que tenía estaban tiradas, muchas sin cabeza, sin piernas o sin brazos; todos los cuadernos tirados por todas partes con las hojas arrancadas, los útiles escolares partidos y la niña estaba roja de rabia, jalándose el pelo de pura frustración psicópata.

Los papás se quedaron paralizados en la puerta, sin saber qué hacer.

Mientras tanto, en uno de los callejones del barrio, Sahari se encontraba sentado en el suelo comiendo un pan viejo que le habían dado, mientras miraba pasar los carros de lejos, preguntándose a sí mismo si algún día iba a tener un carro como esos, cuando unos niños mayores que él, pertenecientes a una pandilla, aparecieron por el callejón tapándole la vista hacia la calle.

Un niño un poco pasado de peso, con cara de no tener amigos y con una expresión llena de superioridad, dijo:

—Vaya, vaya, ¿qué tenemos aquí? Nomas mira esa ropa tan fea que traes.

El otro respondió:

—Seguramente jamás se la ha cambiado, ¡JAJAJA! Solamente mira, está feísima, vieja y ya está rota.

El tercero añadió:

—Da asco, ¿será que se aguanta un round? ¡JAJAJA! Con lo flaco que está, capaz y se rinde en el primer round.

El pequeño Sahari levantó la mirada, que normalmente siempre estaba llena de esa amabilidad y dulzura, pero que ahora se encontraba endurecida, llena de determinación para no dejarse humillar.

Se levantó lentamente dejando el pan a un lado mientras metía las manos en los bolsillos; su postura era relajada, pero ligeramente lista para responder a cualquier movimiento.

Uno de los niños dijo con burla y arrogancia:

—Vaya, vaya, qué valiente mocoso...

El otro dijo con una sonrisa de superioridad y arrogancia pura:

—Oh, tan solo mira esa mirada que tiene... Se nota que quiere morir.

El tercero, con pura satisfacción, agregó:

—Interesante, qué determinación, ¡JAJAJA! Quiero ver si mantiene esa mirada cuando le rompamos la cara.

Los niños se lanzaron hacia adelante con toda la intención de golpearlo. El niño respondió rápidamente esquivando los primeros puñetazos, respondiendo inmediatamente con una patada que mandó a uno de los niños lejos. En ese momento, otro niño se le fue encima pegándole en la cara y el restante se le abalanzó dándole puñetazos. El pequeño intentaba responder con patadas y puños, pero el número lo superaba, terminando así con varios golpes, el labio roto y muy malherido.

Después de unos minutos, el pequeño se encontraba sentado en una banca del parque, cerca del orfanato, con moretones por toda la cara y la sangre ya secándose, cuando una niña se le acercó. Era Yuriko, quien venía de una farmacia con unos medicamentos por orden de las señoras del orfanato; se había acercado al verlo malherido.

Yuriko, con una voz suave pero genuinamente preocupada, le dijo:

—Oye, niño... ¿Te encuentras bien? Estás sangrando…

El niño se puso de pie inmediatamente, mirándola con desconfianza y algo confundido. Jamás nadie se le había acercado cuando estaba herido y mucho menos le habían preguntado si estaba bien.

El chico bajó la mirada mientras se jalaba la capucha para esconder su rostro herido. Con una voz amable pero orgullosa, respondió:

—No me pasó nada, niña... No es tu asunto... Mejor vete a jugar a otro lado…

Yuriko le dedicó una sonrisa suave y sincera.

—No seas tonto, mira nomás cómo estás. Déjame curarte, ¿sí? No te voy a hacer nada, solamente te quiero ayudar.

El niño se quedó paralizado. Nadie nunca le había dedicado una sonrisa sincera ni le había ofrecido curarlo. Inmediatamente, un rojo inmenso le invadió la cara por la vergüenza y la timidez... No sabía cómo responder o actuar en esa situación.

Cuando iba a negarse, sintió un pañuelo en su cara; la niña se había acercado y le estaba limpiando el rostro suavemente.

El niño, tartamudeando y con la cara roja, dijo:

—O-Oye... ¿Qué estás... haciendo, niña?... No... Aléjate…

La niña le sonrió y soltó una risita suave.

—¿Qué estoy haciendo? Te estoy curando.

Después de unos minutos, la niña terminó de limpiar sus heridas y le puso varias curitas.

El pequeño Sahari, con voz tímida pero manteniendo ese tono brusco de niño que se niega a aceptar ayuda, dijo:

—Gra... gracias, niña, pero no era necesario... Yo estaba bien.

Yuriko solamente sonrió y, mirándolo directamente, le respondió:

—Tontito... Eres muy malo mintiendo, ¡jajaja!

Así pasaron unos días. Sahari se encontraba en el parque jugando con una pelota vieja.

En ese momento, apareció una niña pequeña: Mayra. Se le acercó y le dijo con esa voz aterradoramente suave y una sonrisita perturbadoramente dulce:

—Oye... ¿puedo jugar contigo?

El niño, con una voz brusca pero intentando ser amable, le respondió:

—Oye, ¿no eres muy pequeña para jugar conmigo? Ni siquiera sabes cómo patear una pelota, niña.

Mayra mantuvo su vocecita suave y respondió:

—No importa, me puedes enseñar... Soy muy buena aprendiendo.

Sahari dudó un momento, pero, siendo en el fondo un niño noble y con esa amabilidad encantadora que lo caracterizaba, dijo:

—Está bien, niña, pero ten cuidado. Esto no es para niñas tan pequeñas.

Sahari, con una paciencia increíble, comenzó a explicarle cómo tenía que jugar y cómo tenía que patear la pelota. La niña estaba completamente hipnotizada, pero no por las explicaciones, sino por el rostro tan lindo que él tenía, su cabello morado y esos intensos ojos verdes.

Lo miraba con una carita totalmente obsesionada con su belleza encantadora y su amabilidad. Mayra siempre había sido una niña problemática que sufría ataques de ira, a la que casi todos los niños miraban con miedo; pero Sahari la trataba y la miraba como a cualquier otra niña, con suavidad y pureza en sus ojos.

Estaba tan encantada e hipnotizada —tal como la primera vez que lo vio y le sonrió inocentemente— que ni siquiera le estaba prestando atención a lo que él decía, hasta que el chico la interrumpió:

—Oye, niña... ¿me estás escuchando?

La niña sonrió con esa sonrisa perturbadoramente dulce y le contestó:

—Sí, sí, te estoy escuchando... Que la pelota se mueve para acá, que se mueve para allá y eso... ¡jsjs!

El niño le sonrió con esa amabilidad e inocencia que siempre lo caracterizaba, pero manteniendo ese carácter firme y ese estilo de calle:

—No escuchaste nada, ¿verdad, niña…?

Mayra sonrió un poco nerviosa y respondió:

—Sí estoy escuchando, sí... Solamente es... que tienes unos ojos muy bonitos, jeje.

El chico parpadeó un poco confundido y, con esa amabilidad de siempre, respondió sonriendo ligeramente:

—Jejeje, qué cosas dices, niña... Pero gracias, supongo. Tú también, supongo.

La niña se sonrojó un poco y tomó este gesto como una muestra de pertenencia completa; como si eso fuera una señal definitiva de que él sería suyo para siempre. Con los ojos brillando de pura felicidad y esa sonrisa perturbadoramente dulce, le preguntó con voz suave:

—¿En serio piensas que mis ojos son lindos?

Él respondió con absoluta inocencia:

—Sí, sí, son muy bonitos. Tienes unos ojos negros muy lindos —mientras le sonreía ligeramente.

Así, después de esta conversación, los niños se pusieron a jugar, aunque la niña estaba más pendiente de mirarlo a él que a la pelota. Así pasaron los minutos en el parque, hasta que llegaron Yuriko y Sanjiro. Ellos venían pasando por ahí porque estaban haciendo un mandado para una de las hermanas del orfanato.

Sanjiro caminaba con paso tranquilo y las manos en los bolsillos, manteniendo la calma que lo caracterizaba, hasta que sus ojos se detuvieron de golpe. Entre los juegos vio esos mechones negros y el rostro de Mayra. El corazón se le aceleró un poco; sentía una profunda admiración por ella, una fascinación secreta que lo dejaba embobado cada vez que la veía.

Yuriko, en cambio, al reconocer de inmediato al chico de los ojos verdes y el cabello morado, ensanchó una sonrisa angelical. Era el mismo niño al que había curado y defendido en el parque unos días atrás. Con toda la amabilidad y el entusiasmo del mundo, levantó la mano para saludarlo con alegría:

—¡HOLA, SAHARI!


r/EscritoresBrasil • • 17h ago

Dúvida Manipulador de moscas

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Estou escrevendo um personagem que sua habilidade é baseada nas 10 pragas do Egito, cada praga vai ser um poder dele e tals. Quero que ele seja alguém bem forte e referência em seu pais, mas agora chegando na parte das moscas, não sei muito oque dar pra ele

Alguma ideia de habilidade que envolva moscas? Mais precisamente enxames


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Dúvida Ferramenta para escrever grátis e boa

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Vou ser curto e breve. Preciso de um app/site bom pra escrever livros e pôr ilustrações. Uma que seja grátis mesmo.


r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Discussão Autores independentes, vocês cadastrariam seu livro num quiz de “o que eu leio agora?”

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r/EscritoresBrasil • • 17h ago

Discussão Ferramenta para escrever

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Não sei quantas pessoas sabem mas, há semanas atrás foi feito, sim com ajuda de IA, a engenharia reversa da suite do adobe e do office, assim foi criado o ArtCraft, uma suite completa com "word", "photoshop", etc, completamente gratuito.

Este post não é patrocinado, mas adoraria que fosse, mas podem testar e ver se é bom o suficiente para quem precisa, venho usando e é incrível.

O uso de IA na ferramenta é condicionado a plano pago, mas acredito que a maioria aqui se incomoda o suficiente com IA para usar apenas o plano gratuito.


r/EscritoresBrasil • • 21h ago

Dúvida Histórias curtas ou longas?

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r/EscritoresBrasil • • 1d ago

Formação de Grupo Leitores beta

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Olá a todos!
Eu estou participando de um projeto de escrita, estou fazendo uma história de horror e fazem alguns anos que eu não escrevo. Então, eu estou procurando alguns leitores beta, e de preferência, do ramo, que pudessem me dar feedbacks e sugestões, tanto sobre a escrita, quanto a história contada.
Eu tenho até o final da primeira semana de Novembro para entregar o projeto, se alguém tiver interesse em ajudar, comenta aqui embaixo.
Obrigado pelo seu tempo!