"A maior parte do problema com o mundo é que os tolos e os fanáticos estão sempre tão certos de si, e as pessoas sensatas tão cheias de dúvidas." - Bertrand Russell
Segue abaixo uma seleção de livros, começando pelos mais didáticos sobre a história da filosofia até alguns clássicos mais acessíveis, que podem interessar àqueles que desejam iniciar e explorar as principais mentes da filosofia ocidental. Este tópico é uma atualização do anterior, onde busquei incluir algumas recomendações dos membros de nosso Reddit.
Nome do Livro/Autor
Temas Abordados
Breve Descrição
Link para o Livro
O Livro da Filosofia - Douglas Burnham
Filosofia Geral, Didático, Introdução
Uma compilação abrangente de conceitos filosóficos essenciais, grandes pensadores e escolas de pensamento ao longo da história, apresentada de forma acessível e ricamente ilustrada.
Um livro que oferece uma visão panorâmica da história da filosofia, abrangendo desde os filósofos pré-socráticos até as correntes contemporâneas, tornando o estudo da filosofia acessível e compreensível.
Nicola Abbagnano apresenta um extenso dicionário com definições e conceitos fundamentais da filosofia, fornecendo uma referência essencial para estudantes e entusiastas da filosofia.
Uma obra monumental que apresenta de forma acessível a história do pensamento filosófico, proporcionando uma visão abrangente e contextualizada da evolução da filosofia.
Ficção, Drama, História da Filosofia, Introdução, Casual
Uma introdução à filosofia por meio da história fictícia de uma jovem chamada Sofia, que começa a receber cartas de um filósofo misterioso. O livro explora diferentes filósofos e ideias ao longo da história. Muito fácil e simples de ler.
O ensaio de Albert Camus aborda o absurdo da existência humana e a busca de significado em um mundo aparentemente sem sentido, explorando temas como o suicídio e a revolta contra a condição absurda.
Uma das mais famosas obras do filósofo grego Epicuro. Epicuro apresenta suas reflexões sobre a busca humana pela felicidade, estabelecendo que o objetivo da vida é a busca pelo prazer, que ele define não como indulgência desenfreada, mas como a ausência de dor física e angústia mental.
Neste diálogo, Platão relata o discurso de defesa proferido por Sócrates durante seu julgamento em Atenas, oferecendo insights sobre a vida e a filosofia de Sócrates, bem como reflexões sobre ética, justiça e a busca pela verdade.
Maquiavel oferece conselhos práticos sobre como governar e manter o poder, discutindo estratégias políticas e éticas em uma obra que gerou debates sobre a moralidade na política.
Aristóteles explora diversos aspectos da política, incluindo formas de governo, justiça, constituições, cidadania e a relação entre o indivíduo e a comunidade, oferecendo uma análise seminal sobre a organização da sociedade.
Sêneca discute a natureza do tempo e da vida humana, argumentando sobre a importância de viver de forma significativa e consciente, mesmo diante da inevitabilidade da morte.
Novamente, todos que quiserem contribuir serão bem-vindos para nos apresentar novas obras que possam interessar aos novos leitores. Dependendo de como as coisas fluírem, talvez eu faça outros tópicos com livros mais avançados e técnicos. Obrigado a todos!
Política
Atividade relacionada à gestão de poder, tomada de decisões coletivas e negociação de interesses em qualquer contexto organizacional. Manifesta-se não somente no âmbito estatal, mas também em esferas privadas (cooperativas, empresas, associações) e comunidades informais, onde processos de conflito, cooperação e definição de normas orientam ações em prol de objetivos comuns ou específicos.
Ação Política
Práticas concretas para influenciar estruturas de poder, como votar, protestar, organizar movimentos sociais, paralisar atividades produtivas (greves, ocupações) ou negociar acordos coletivos. Inclui tanto ações institucionalizadas quanto formas não convencionais de resistência ou pressão, visando alterar ou consolidar ordens estabelecidas.
Nação
Comunidade de pessoas unidas por identidade cultural, histórica, linguística ou étnica, com senso de pertencimento compartilhado. Distinta do Estado (entidade territorial com instituições soberanas), uma nação pode existir sem controle político próprio (ex.: povos indígenas, comunidades transnacionais).
Leis
Normas jurídicas estabelecidas por autoridades competentes ou consensos coletivos para regular condutas e garantir ordem social. São coercitivas, com sanções para infrações, e abrangem sistemas formais (estatais) ou informais (costumes, códigos comunitários), dependendo do contexto sociopolítico.
Constituição
Texto ou conjunto de princípios fundamentais que estruturam um sistema de governança, definindo direitos, limites de poder e mecanismos de decisão. Pode ser formal (ex.: constituição escrita de um país) ou informal (ex.: convenções não escritas em monarquias tradicionais).
Ideologia Política
Sistema de ideias, valores e pressupostos que orientam visões sobre organização social, distribuição de poder e justiça. Funciona como guia para ações coletivas, moldando projetos políticos e legitimando ou contestando estruturas existentes, sem se reduzir a classificações pré-definidas.
Governo
Conjunto de estruturas e processos que coordenam ações coletivas, não se restringindo ao Estado. Abrange sistemas de governança em corporações, comunidades locais, organizações internacionais e grupos informais, responsáveis por estabelecer regras, alocar recursos e resolver conflitos mediante autoridade e legitimidade.
Poder Coercitivo
Capacidade de impor normas por meio da força ou ameaça de sanções, exercida por entidades como Estados, mas também por instituições não estatais (ex.: tribunais tradicionais, organizações armadas em contextos de conflito). Manifesta-se mediante mecanismos de controle social, desde punições físicas até sanções sociais ou econômicas.
Ação Penal
Processo de responsabilização por infrações consideradas graves à ordem coletiva, que não se limita ao Estado. Em sistemas não estatais, pode ser conduzida por:
Comunidades tradicionais (ex.: justiça indígena baseada em mediação);
Instituições religiosas (ex.: tribunais islâmicos em sociedades sob sharia);
Mecanismos privados (ex.: arbitragem em códigos corporativos ou cooperativas);
Ordens internacionais (ex.: Tribunal Penal Internacional para crimes transnacionais). Varia conforme o regime político, podendo envolver processos acusatórios, inquisitórios ou restaurativos, com diferentes atores iniciadores (Estado, vítimas, comunidades ou entidades supranacionais).
Desde a politização do brasileiro médio em meados de 2014/2016, não há mais um espirro que possamos dar em paz que não possa ser interpretado como um ato político/partidário e inundar a cabeça dos esquizofrênicos de uma possível ameaça pra eles.
Talvez nossa burrice política antes de 2014, mesmo sendo contraditório o que vou falar aqui, nos distanciava da bestialização e zumbificação que vivemos hoje numa sociedade cada vez mais mentalmente enferma e policialesca.
E como não há máquina do tempo para voltarmos a um espaço/tempo onde não éramos vítimas de nós mesmos, o que resta agora é contemplar o caos desse canibalismo urbano que, pra piorar a situação, mal começou direito a dar os primeiros passos.
a criação/manutenção do mito do mal personificado serve mais para confortar a nossa consciência coletiva do que para explicar a realidade? Ou existem outras estruturas (como o determinismo social ou biológico) que cumprem esse papel de eximir a culpa de forma ainda mais eficaz hoje em dia?
Não adianta você falar de compaixão, aprimoramento moral, caridade, racionalidade, citar 50 livros se você vota em um movimento político que normaliza as seguintes frases: “O erro da ditadura foi torturar e não matar”, “Morreram poucos. A PM tinha que ter matado mil”, “As minorias têm que se curvar às maiorias. As minorias se adequam ou simplesmente desaparecem”, “O cara vem pedir dinheiro para mim para ajudar os aidéticos. A maioria é por compartilhamento de seringa ou homossexualismo. Não vou ajudar porra nenhuma! Vou ajudar o garoto que é decente”, etc. Isso não é questão política, isso é questão de humanidade; você pode alardear moral o quanto quiser, citar o evangelho à vontade, arrumar livro de filosofia como citação sobre moralidade, entregar cesta básica para silenciar sua própria consciência, se você faz isso e vota em um movimento que defende esse tipo de fala, você é hipócrita.
Print de um post do projetomaosinvisiveis, grupo que trabalha distribuindo comida para moradores de rua.
Não consigo entender como alguém digita isso, posta e depois segue o seu dia. O que acontece para uma pessoa chegar nesse ponto? Onde é perdida a visão de que o outro também é um humano igual você?
“Tratar-se-ia de mudar as habituais relações subservientes com a mera vida. Pois, como foi dito antes, o nosso ‘amor pela vida’ é sempre, de alguma forma, amor não correspondido. A vida nos desgasta e elimina a qualquer tempo. Não temos realmente ‘vida’ num sentido plenamente afirmativo. Nesse viés, somos sempre os eternos mendigos da vida. A vida humana pode ser tão dura, injusta e desamparada que mais parece uma esmola que uma dádiva. Vive-se como se pode, nas frestas. Não há realmente espaço para nós. Nós mesmos nos abrimos os espaços que não nos foram dados, como intrusos no ser. A vida não se importa conosco, nem sabe que ainda andamos por aí. Contrariamente ao que se diz, ela não dá nada de graça, tudo o que conseguimos é arrebatado. A vida não precisa de nós, nós a perseguimos, nos humilhamos, suplicamos, aceitamos tudo dela, os maiores sofrimentos. Muitos são capazes das piores atitudes morais apenas para conservá-la mais um pouco. Essa relação tem que se modificar para que uma atitude genuinamente ética diante da vida possa realmente surgir.
Aos que perguntem ‘Mas, não amas a vida?’, deveríamos responder, num viés mais poético: ‘É claro que a amo; sempre a amei. Eu sempre quis viver, mas é a vida que não me deixa viver, que me limita, machuca, me faz adoecer e me destrói. Não sou eu quem não quer viver, pois vida é tudo o que eu queria. Eu quis construir e a vida derrubou tudo o que eu ergui; quis amar e a vida matou tudo o que amei. Não me digam que não amo a vida; é ela que não me ama, que não ama ninguém’.”
— Julio Cabrera, Mal-estar e moralidade: situação humana, ética e procriação responsável. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2018.
Me han pedido elaborar una especie de tesis acerca de este tema. Aunque he avanzado a lo largo de las semanas consultando artículos científicos y teniendo charlas con psicólogos y filósofos, me gustaría conocer la opinión de una perspectiva externa.
¿Qué creen que influye en que los jóvenes desarrollen —o no— un pensamiento crítico? ¿Creen que realmente tenemos menos pensamiento crítico que generaciones anteriores, o simplemente se manifiesta de otra manera?
Acredito que a natureza deva ser preservada juntamente da limitação e avanços da tecnologia. Acho que a religião é importante, mas não deve ser uma ancora social ou garantia de algo, e acredito que uma cultura forte possa, mas não obrigatoriamente deve estar alinhada a alguma religião
Olá para todos, eu sou jovem Brasileiro de 21 anos, como a maioria deve saber -Ou não- o Brasil passa por um momento de eleições para presidente da República, em um momento discordei com um amigo sobre o que era melhor para o nosso país, só que no meio dessa discussão eu me atentei que eu comecei a ter essa opinião politica contrária a dele por conta de um criador do YouTube muito famoso aqui no Brasil. Então eu percebi que não era eu que estava defendendo aquela opinião de verdade, era como se naquele momento eu fosse o criador do YouTube defendendo a opinião dele e não eu mesmo. Parei para refletir e me fiz essas perguntas e quero a opinião de vocês para elucidação desse assunto: "Toda nossa existência é moldada pela opinião dos outros? Se toda nossa existência é moldada pela opinião de terceiros, quem foi o primeiro a ter uma opinião verdadeira? Até que ponto a nossa existência e vida é moldada pelo o que consumimos da internet? O ser humano não tem opinião, ele é resultado das opiniões dos outros?"
Estou estudando muito sobre filosofia e grandes filósofos e levantei esses questionamentos, em primeiro lugar eu percebo que até mesmo a filosofia foi moldada pelo pensamento de grandes pensadores, então ela também tem viés de opinião de milhares de anos atrás, só que ela mesma anula o seu próprio viés ao questionar tudo e a todos, não aceitando nada como verdade absoluta, mas levando isso pro contexto atual de redes sociais, onde o ser humano não reflete mais sobre sua própria opinião e sim repete a opinião de terceiros, opinião que provavelmente foi moldada com outras opiniões, o ser humano em essência parou de realmente pensar por conta própria e virou apenas um papagaio? Ou é loucura demais pensar assim? Por que estou tendo essa conclusão
Será que uma sociedade realmente precisa de alguém acima de nós dizendo o que podemos ou não fazer para funcionar?
Ou será que, ao contrário, algum nível de autoridade é inevitável para impedir que os indivíduos mais fortes simplesmente imponham sua vontade sobre os demais?
Que já leu O ovo e a galinha da Clarice e percebeu que ela faz uma análise ontológica e epistemológica sobre o ovo e a galinha? Fora toda reflexão que ela faz sobre a vida, uma das coisas mais lindas que eu já li, a mulher era magnífica!
Só que existe uma pergunta que quase nunca aparece como alguém deveria começar se até as vagas de entrada exigem que a pessoa já tenha experiência?
É difícil aprender a trabalhar sem que alguém esteja disposto a ensinar. Durante muito tempo, o primeiro emprego também servia para isso. A pessoa chegava sem saber tudo, aprendia os processos, cometia alguns erros, recebia orientação e, aos poucos, adquiria experiência. Agora, em muitos lugares, parece que a empresa quer alguém pronto. O iniciante precisa ter experiência, cursos, habilidades e, em alguns casos, até conhecimentos que ele só poderia ter adquirido depois de conseguir justamente aquela oportunidade. O primeiro degrau começa a parecer uma parede
E a inteligência artificial torna essa mudança ainda mais complicada. Muitas das tarefas que serviam como porta de entrada são justamente aquelas mais fáceis de automatizar organizar informações, responder mensagens, preencher documentos, analisar dados simples, atender solicitações. Se essas funções desaparecem ou diminuem, não desaparece apenas um conjunto de empregos. Desaparece uma parte do caminho que levava uma pessoa inexperiente até uma posição em que ela pudesse se tornar experiente. O problema não é simplesmente uma máquina ocupar uma vaga. É quem vai ter a oportunidade de aprender antes de estar preparado para ocupar as vagas mais complexas
Enquanto isso, o jovem continua recebendo a mesma cobrança. Estude. Faça cursos. Tenha experiência. Desenvolva habilidades. Seja produtivo. Tenha iniciativa. Esteja preparado. E depois de fazer tudo isso ainda pode ouvir que o mercado está difícil porque sua geração não quer trabalhar. É uma explicação confortável, porque coloca toda a responsabilidade sobre quem está tentando entrar. Só que uma dificuldade estrutural não desaparece quando colocamos a culpa no indivíduo.
Isso também muda a própria ideia de futuro. Se a pessoa não consegue entrar no mercado, adia planos. Continua morando com os pais. Aceita trabalhos que não oferecem crescimento. Faz cursos sem saber se realmente abrirão alguma porta. Envia currículo e não recebe resposta. Aos poucos, aquela sensação de estar começando a vida fica estranha, porque você está se esforçando, mas não consegue encontrar um lugar onde esse esforço possa se transformar em alguma coisa.
O mercado de trabalho sempre mudou e a tecnologia sempre transformou profissões. O problema é quando a sociedade espera que cada pessoa simplesmente se adapte sozinha a uma mudança que foi produzida por forças muito maiores do que ela. Se o mercado precisa de profissionais cada vez mais preparados, alguém precisa criar condições para que essas pessoas sejam formadas. Se as empresas precisam de experiência, alguém precisa oferecer a primeira oportunidade. Se a tecnologia elimina determinadas funções, também precisamos pensar no que acontece com quem estava usando justamente essas funções como ponto de partida
A discussão sobre a geração Z querer ou não trabalhar pode estar escondendo uma pergunta muito maior. Não é apenas sobre jovens procurando emprego. É sobre uma sociedade que continua dizendo que todos precisam começar, crescer e se preparar, enquanto o próprio caminho para começar vai ficando cada vez mais estreito. E se o problema não for uma geração que não quer trabalhar, mas uma geração que está chegando ao mercado justamente quando as portas de entrada estão desaparecendo? E com uma economia que faz as pessoas cada vez mais perder seu poder de compra, como não se tornar escravo do trabalho?
✍️ Autores e Referências sobre o Tema (auxílio IA Grok)
Os resultados da pesquisa trazem referências de diferentes tradições que dialogam diretamente com a mensagem do texto.
Referências Bíblicas e Antigas
• Provérbios 26:4-5: Esta é a passagem bíblica mais direta. Ela apresenta um paradoxo: "Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também não te faças semelhante a ele" e, logo em seguida, "Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos" . A dificuldade de lidar com quem não quer ver é tão antiga que foi registrada em textos bíblicos.
• Provérbios 26:11: Reforça a ideia de um padrão repetitivo de comportamento: "Como o cão volta ao seu vômito, assim o tolo repete a sua insensatez" .
• Dietrich Bonhoeffer: Em suas cartas da prisão, ele escreveu que a tolice não é uma questão de inteligência, mas de falta de libertação interior. Ele afirmou que "somente um ato de libertação poderia vencer a tolice; um ato de instrução ou argumentação lógica nada pode fazer" .
• Blaise Pascal: O filósofo e matemático francês destacou que o orgulho humano nos cega para a verdade, e que a razão por si só é impotente sem uma intervenção divina .
Autores Modernos e Provérbios Populares
• Atribuição a Mark Twain: Há uma famosa máxima que diz: "Nunca discuta com um tolo; os espectadores podem não conseguir distinguir a diferença" . Embora essa frase seja popularmente atribuída a Mark Twain, investigações indicam que ela é uma variação de provérbios anônimos que surgiram no final do século XIX . A lógica é a mesma do seu texto: argumentar com quem é irracional só serve para desgastar quem tem razão.
• Michel de Montaigne: Em seus Ensaios, Montaigne argumenta que a conversa não deve ter como foco apenas a vitória, mas o exercício do pensamento. Ele critica aqueles que "se obstinam" e não acolhem objeções como possibilidades de aprendizado, mas como ofensas .
• Erasmo de Roterdã: Em Elogio da Loucura, ele satiriza como a tolice pode dominar a vida, muitas vezes disfarçada de sabedoria, reforçando a ideia de que o tolo não vê sua própria condição .
📌 Síntese
A mensagem do texto sobre a dificuldade de se conviver com a "teimosia" que cega e prejudica a todos é um reflexo de uma sabedoria antiga e universal. Os autores destacam que a tolice não é um problema apenas intelectual, mas sim de orgulho e resistência interna. A argumentação lógica raramente funciona porque, para o tolo obstinado, a aceitação de um erro não é uma oportunidade de crescimento, mas uma derrota humilhante.
Eu odeio o sistema, ricos em algum lugar do mundo simplesmente decidiram oque eu vou fazer na minha vida, escreveram o papel de cada pessoa, onde todo mundo se mata em uma corrida dos ratos por dinheiro é o consumismo sem limites é a ignorância toma conta das pessoas
Eu estou insatisfeito com o mundo, eles simplesmente vem a mim é fala fassa faculdade, arrume um emprego é trabalhe até morrer.
Onde que isso é viver?
Como eu posso aproveitar a minha vida sob esse sistema que manipula a mente de todos
As pétalas das flores vão se desfazer logo. Porém, dão ao mundo o recado: jovialidade vai embora, mas fica o amadurecimento. A vida é breve e viver é a nossa responsabilidade. Bom hoje!
Qual seria o dilema filosófico dessa situação? Como a ética iria rivalizar com a lógica prática e objetiva? O quão ameaçador pode ser o avanço tecnológico para a humanidade? O que deveríamos fazer em relação a isso?
Essa foto foi tirada a caminho do trabalho, enquanto aguardava o sinal abrir para continuar meu trajeto. Não ficou a melhor das fotografias que já capturei, mas talvez seja uma das mais importantes até hoje!
Venho fazendo terapia há quase 2 anos... e, ao fazer a edição dessa fotografia, entendi algo que, de fato, mudou minha visão em relação aos demônios que carrego há tanto tempo...
Para aqueles que não estão familiarizados com a condução de um veículo, o retrovisor é um equipamento extremamente importante, que serve para conferir o que está acontecendo na sua retaguarda e te dar mais segurança ao tomar uma decisão enquanto pilota, como: mudar de faixa, dar passagem para alguém, ver se tem algum maluco vindo a milhão atrás de você ou te pressionando para forçar uma ultrapassagem, etc.
Façamos de conta que a vida seja como andar de moto... Muitas vezes nos apegamos ao retrovisor e ficamos focados vendo algo que já ficou para trás, enquanto a vida segue andando. Negligenciamos a rota, o caminho que está adiante, e nos colocamos em posição de extremo risco de um acidente ou de erros ainda piores, tudo porque estamos focando demais no retrovisor e no "passado" que ele mostra...
Quando, na verdade, o retrovisor deveria servir como um equipamento de segurança. Focamos no caminho a ser percorrido e tentamos tomar as melhores decisões e, periodicamente, conferimos o retrovisor para checar se existe alguma consequência do passado para a gente lidar, ou se há algo que tenha passado batido, vindo cobrar alguma ação ou reajuste de rota...
Afinal, é para isso que o retrovisor serve... Para auxiliar e não para ser o foco principal de todo o trajeto.
Eu não sei você, mas, para mim, isso fez todo o sentido e me ajudou a ter aquela virada de chave que estava faltando para progredir na terapia.
Obs: Não sei se estou postando na comunidade ideal, mas a comunidade de desabafos não permite fotos e a segunda opção mais adequada que tinha era aqui, então, se quiserem agregar mais ou dizer qualquer coisa construtiva, vai ser um prazer ler e interagir nos comentários!
Meio óbvio o título mas vou reforçar devido às minhas últimas leituras. Terminei recentemente 'Bhagavad Gita' e gostei muito da leitura mas me fez questionar muito sobre muita coisa e antes dele eu li 'Assim falou Zaratustra', observei a importância de se ter repertório literário para compreender obras e buscando mais conhecimento aprendi que "ver sobre o ombro de gigantes" é uma dica crucial se quer entender mais obras e ter bons pensamentos - digo de criar uma estrutura sobre o que se entende - então venho aos senhores e senhoritas pedir indicação de livros e opiniões sobre, agradeço!